terça-feira, 4 de junho de 2013

Minha cunhada e professora

Quando eu tinha 14 anos, fui à casa de meu irmão mais velho para ajudar a fazer uma arrumação. Minha cunhada, já com seus 38 anos, estava de biquini, pois o calor era insuportável. Nesta idade os meninos só pensam em sexo. Eu não era diferente. Logo me imaginei traçando a coroa... Estávamos apenas eu e ela, na garagem, arrumando uma enorme quantidade de tralhas que, na verdade, não tinham nenhuma utilidade. Acabei ficando cansado de tudo aquilo e sentei no único banco vago. Uns cinco minutos depois, minha cunhada perguntou se podia sentar no meu colo para descansar um pouco. Deixei, mas fiquei de pau duro instantaneamente, tão logo senti o toque de sua bunda macia. Ela era magra, mas tinha uma bunda grande e coxas grossas. Como não tinha onde apoiar minhas mãos, segurei suas coxas. Percebendo minha exitação, Isadora se mexia, como se estivesse apenas se ajeitando. Eu sentia o calor de suas pernas, e ficava cada vez com mais tesão.
Derrepente ela se levantou. Não pude esconder o meu estado. Ela perguntou se eu tinha tesão nela, se gostaria de vê-la nua e se bateria uma punheta para ela ver. Um pouco envergonhado, disse que sim. Ela tirou a roupa e ficou em pé na minha frente. Levantou uma perna e ficou parada, com sua boceta peluda ali, pertinho, na altura do meu rosto. Segurou meus cabelos e me fez sentir o cheiro daquela boceta maravilhosa, suada e melada. Instintivamente, comecei a lamber o seu grelo, a enterrar a língüa em sua racha. Ela dizia palavrões e gemia sem parar. Pediu que eu enfiasse os dedos em sua chana. Enfiei dois dedos e com a outra mão tirei o pau do short e comecei a tocar uma punheta. Ela ficou com mais tesão ainda... Senti que estava gozando, pois seu corpo se contraía e relaxava espasmódicamente, enquanto ela fazia força para não gritar.
Então ea se deu conta da merda que estava fazendo... Levantou e tentou sair apressadamente. Segurei-a pelos cabelos e virei-a de costas. Ela pediu que eu a largasse, mas eu a debrucei em uma mesa e enfiei meu cacete latejante em sua chana. Ela disse que eu era tarado, seu garotinho gostoso, e pediu que eu metesse para valer. Soquei para valer e, em alguns segundos, enchi minha cunhadinha de porra. Ela rebolava e pedia mais... Com o pau ainda duro, coloquei na entrada de seu cuzinho e fui empurrando. Ela gemia e rebolava. Em alguns segundos eu estava todo dentro dela. Meu pau entrava e saía, enquanto eu apertava seus peitinhos e lambia seu pescoço. Ela se masturbava com as duas mãos. Acabei por gozar novamente, tirando do seu rabo e melando toda a sua bunda. Ela também gozou, chegando a chorar de felicidade.
Se você é coroa, preferencialmente gordinha, gosta de uma sacanagem, principalmente de ser chupada até gozar, tem lugar discreto e reservado e mora no Rio de Janeiro, escreva para mim

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